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Blog do Amaury Jr

Categoria : Saúde


Bill Gates faz doação de R$ 14 bilhões para combate à malária – e continua sendo o mais rico do mundo

Bill Gates (Foto: Reprodução)

 

O homem mais rico do mundo, Bill Gates, da Microsoft, cedeu em junho US$ 4,6 bilhões – cerca de R$ 14 bilhões – em ações para sua instituição de caridade pessoal, a Fundação Bil & Melinda Gates.

O dinheiro será destinado ao combate à malária em Moçambique, onde a doença ainda mata cerca de 429 mil pessoas por ano. A campanha se chama “Mosquito Wars”, e irá doar redes de mosquito tratadas com inseticida para famílias na região de Inhambane.

Além das redes, também será feito um trabalho de educação sobre a luta contra a doença. A Fundação Gates é a maior instituição de caridade privada do mundo.


Crise da manteiga na Europa: preço inflaciona e padeiros franceses ficam preocupados

Foto: Reprodução

 

Um aumento acentuado na demanda global fez com que o preço de atacado da manteiga quase dobrasse na Europa. E os consumidores já estão pagando pela “inflação”: os preços de varejo subiram cerca de 20% em junho em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Euromonitor.

Um grupo da indústria que representa os padeiros franceses, a Federação dos Empreendedores da Boulangerie, descreveu a situação como uma “grande crise”. Pode, inclusive, haver um aumento considerável no preço dos croissants e brioches. Os padeiros estão preocupados: “A falta de manteiga parece ser uma ameaça real até o final do ano”. E completam, em comunicado enviado pelo grupo: “O preço da manteiga, embora certamente volátil, nunca atingiu esse nível antes”.

São vários fatores por trás dos preços disparados: o consumo de manteiga está crescendo graças à maior demanda de países, incluindo a China, e alguns clientes estão voltando ao consumo do produto lácteo depois de estudos científicos recentes sugerirem que a manteiga, que tinha sido associada a doenças cardíacas e aumento do risco de morte, pode não ser tão ruim quanto se pensava anteriormente.

No Brasil a manteiga vem, aos poucos, saindo da lista de alimentos considerados “vilões”. E quem está buscando uma dieta sem lactose já deve ter ouvido falar na manteiga ghee (ou ghi). Trata-se de uma manteiga clarificada, que passa por um processo de retirada do açúcar do leite (a lactose), resíduos sólidos e outras toxinas que podem causar alergias e desconfortos em algumas pessoas.


Ivete Sangalo quer ter mais um filho! Aos 45, cantora congelou óvulos para que gravidez seja possível

Foto: Reprodução Instagram

 

Em entrevista ao jornal “Extra”, a cantora Ivete Sangalo contou que planeja ficar grávida novamente, mesmo aos 45 anos de idade.

Veveta e o marido, Daniel Cady, estão juntos há quase dez anos e são pais de Marcelo, 7. Mas não querem parar por aí. Planejam aumentar a família : “Furunfando a gente está. Quero engravidar da forma mais natural possível. Mas é claro que, aos 45 anos, as coisas ficam mais difíceis, já não produzo mais óvulos como antes. Por isso, congelei os meus”, conta.

Será que Marcelo vai ganhar um irmão ou uma irmã? Já estamos ansiosos!


Laura Wie comemora final do tratamento de câncer de mama com tattoo na cabeça: “É a completude de um ciclo”

Por Michelle Kaloussieh

Laura Wie e Amaury Jr. (Foto: Reprodução Instagram)

 

A modelo, apresentadora e ex-repórter do Programa Amaury Jr. Laura Wie terminou há duas semanas o tratamento de um câncer de mama. Já curada após a cirurgia, Laura estava fazendo o que os médicos chamam de quimioterapia adjuvante – que ocorre depois da retirada do nódulo, como prevenção.

Em junho deste ano, a modelo de 47 anos fez um post em sua conta no Instagram contando sua batalha. Descobriu um nódulo no seio ao fazer o autoexame. Agora, depois de quatro ciclos de quimioterapia, conta: “Não mudei muito minha rotina durante o tratamento. Tentei levar a vida normalmente. Claro que tinham dias que eu mal conseguia sair da cama, mas fora isso, vida normal. Não deixei a peteca cair.”

Sempre estilosa, resolveu dar um toque na careca para comemorar o fim do tratamento, com uma mandala de henna supertrabalhada. A responsável foi a artista plástica Marina Reis, que explicou que o material usado na verdade foi Jenipapo – pigmento utilizado pelos índios brasileiros pra se tatuar, mas que usa o nome henna para manter a tradição. O processo todo durou cerca de quatro horas.

 

Laura Wie, ex-repórter do Programa Amaury Jr. com mandala de henna na careca (Foto: Reprodução Instagram)

 

Ao blog, Laura contou que a tatuagem “é um simbolismo para o momento final do tratamento”. “A mandala é a completude de um ciclo que se fecha. Uma coroação por ter passado por um tratamento pesado. Fiz para brincar um pouco, para deixar a coisa um pouco mais leve. Todas merecemos ser rainhas”, disse.

Ficar careca certamente não é fácil, mas a ex-repórter tirou de letra: “Minha feminilidade não deixou de existir. Ela apenas se modificou.”

Sobre novos projetos, contou ter lançado um canal no Youtube, em que pretende abordar assuntos como cultura, viagens, história e moda, além da questão da saúde: “Não quero fazer parecer mais pesado do que foi. Então o foco do canal não vai ser esse. Meu tratamento foi bem rápido – foram dois meses. Vou falar de assuntos que gosto de falar.”

Vale lembrar que por mais que Jenipapo não tenha nenhum componente químico, não se deve fazer o procedimento sem consentimento médico.

 


João Doria Jr. vai fazer um check-up completo neste sábado

Foto: Divulgação

 

João Doria Jr. é um fenômeno, e deveria ser estudado pelo Instituto do Sono. Dorme apenas três horas por noite, e tem uma saúde de ferro – mas não se descuida nunca.

Neste sábado, encontrou um tempo finalmente para um check-up completo, com Roberto Kalil, no Sírio Libanês – mas só no final do dia, para não atrapalhar os vários compromissos da tarde.

 


Cardiologista Roberto Kalil Filho cria página no Facebook para interagir com público

O cardiologista Roberto Kalil Filho em entrevista ao Programa Amaury Jr. (Foto: Acervo Amaury Jr.)

 

O cardiologista Roberto Kalil Filho, um dos mais prestigiados médicos do país, acaba de lançar um canal direto de comunicação com pacientes e público em geral no Facebook. @RobertoKalilOficial é o perfil do médico na rede social.

Reconhecido por seu trabalho como diretor do hospital Sírio Libanês e por atender políticos como os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff – entre outros clientes poderosos -, Kalil conta que vai aproveitar o espaço para conversar diariamente sobre doenças cardiovasculares, prevenção e como melhorar a qualidade de vida.


Deputado do PTB cria frente nacional de combate à descriminalização das drogas

O deputado Campos Machado, do PTB, resolveu criar a Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína. A iniciativa tem em vista, segundo ele, o “quadro dramático vivido pelas famílias brasileiras com o avanço assustador das drogas em nosso país”.

Lançada oficialmente no dia 8 de junho, em cerimônia na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, a Frente se define como uma organização apartidária. Em carta enviada a formadores de opinião, afirma contar com “o apoio das principais entidades voltadas à prevenção e tratamento dos males provocados pelas drogas, reunindo cidadãos das mais diversas áreas profissionais”.

O deputado teme que a ação recebida pelo STF da Defensoria Pública de São Paulo,  que propõe a eliminação do artigo 28 da lei antidrogas – que criminaliza o ato de comprar, guardar ou portar drogas para consumo pessoal –  se concretize. Três ministros já votaram a favor da ação: Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e o Gilmar Mendes.

O objetivo da nova Frente é conseguir grande número de manifestações contrárias à medida, para pressionar os ministros do STF.

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A ação da Defensoria que altera o artigo 28 pretende tirar do usuário o estigma de criminoso. Deste modo, aos poucos o tema passa a ser de saúde pública, e não de segurança, como é tratado hoje em dia. Ao emitir seu parecer, o ministro Gilmar Mendes afirmou que “a criminalização da posse de drogas para uso pessoal conduz à ofensa à privacidade e à intimidade do usuário. Está-se a desrespeitar a decisão da pessoa de colocar em risco a própria saúde.”

No ano passado, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) emitiu nota se declarando a favor da descriminalização do porte de maconha para consumo próprio.


Depressão, ansiedade, vícios… O psiquiatra Luis Altenfelder comenta os males do século no Programa Amaury Jr.

Qual a diferença entre ansiedade, depressão e síndrome do pânico? A depressão pode gerar problemas físicos? Como manter a sanidade mental nesses tempos de crise ética e política? Luis Altenfelder, responsável pelo atendimento psiquiátrico do Núcleo de Obesidade e Transtornos Alimentares do Sírio Libanês, em São Paulo, explica essas e outras questões relacionadas a transtornos mentais.

“O grande antidepressivo no Brasil seria toda uma reforma política, toda uma mudança de mentalidade, que deve levar duas ou três gerações, pra gente ter um país sem corrupção, um país com uma qualidade de vida muito melhor”, diz. “Isso com certeza diminuiria os casos de stress e depressão. Acredita-se que 20% da população tem, terá ou teve depressão”.

Ele fala também sobre drogas e dependências, como a obsessão pela tecnologia. “Muito comum entre adolescentes, principalmente meninos, que ficam até 15 horas por dia jogando online. Ele não faz mais nada, não se relaciona com os amigos, não sai de casa. Se isola, vai mal na escola, não estuda, e fica totalmente dependente desses jogos”, diz.

E alerta para um perigo mais recente: a dependência das redes sociais. “Isso atinge adolescentes, mas muitos adultos também. É comum ver em restaurantes, as pessoas não se comunicam. Esse é o grande risco das redes, elas dão a sensação de que você se comunica com o mundo, com o outro”, afirma. “E na rede você é quem você quiser, você pode até inventar um personagem. Você vive esse personagem idealizado, e você não é você”, completa.

O dano, a longo prazo, é perder a comunicação com o mundo e se isolar. “Você vive unicamente uma fantasia, não vive a sua realidade, e não modifica de fato aquilo que tem que modificar na sua vida, que é estabelecer escolhas mais adequadas, ter uma satisfação maior na vida, e seguir.”

E mais: o risco de dependência nesse caso é muito maior. Por quê? Confira na entrevista:


Quer emagrecer e não consegue? Endocrinologista lista os 12 erros mais comuns

Mauricio Hirata, um dos mais renomados endocrinologistas do país (Foto: arquivo pessoal)

 

Ter um corpo em forma, com direito a curvas e abdômen sarado, é o sonho de muita gente. Mas nem todos conseguem ter paciência para seguir a dieta até atingir os objetivos. Para ajudar na luta pela silhueta dos sonhos, conversamos com o doutor Mauricio Hirata, um dos principais endocrinologistas do país, conhecido por mudar o corpo de anônimas e famosas. Ele listou os 12 erros mais comuns cometidos por quem quer emagrecer. Confira, aprenda e boa dieta!

1) Não fazer atividade física ou fazer e achar que está tudo bem

É comum fazermos dieta persistentemente e o ponteiro da balança não abaixar. O nosso corpo tem um mecanismo de defesa que diminui nosso metabolismo quando a ingestão de calorias cai por um período de tempo prolongado.  Algumas pessoas, mesmo fazendo dietas de muito baixa caloria, não perdem peso. Uma forma de alterarmos este platô de peso é a atividade física. “Mas muita gente tende a achar que, se fizer exercício, automaticamente vai emagrecer. E isso não é real”, afirma Mauricio Hirata. E dá um exemplo: uma corrida de 5 km gasta apenas 400 calorias, aproximadamente, equivalendo a uma mísera fatia de pizza.

2) Não fazer dieta no fim de semana

Esse é um dos erros mais frequentes, se não O mais. “Em um fim de semana, se bobearmos, aumentamos de 1 a 2 kg. Se o fim de semana for prolongado ou se sairmos de férias, aí a coisa pode ser catastrófica”, diz Hirata. Não compensa a gente se matar de fazer dieta durante a semana para perder o esforço no final dela, né?

3) Fazer a dieta da moda

“Não acho que todos os blogs e congêneres que falam sobre dieta ou emagrecimento são ruins, mas existe um grande número de artistas, modelos, políticos, curiosos e outras pessoas sem nenhuma formação na área de saúde opinando e prescrevendo dieta, exercícios, produtos alimentares ou até medicamentos!”, alerta. Não se esqueça de verificar qual é o currículo de quem escreve o artigo e veja se o conteúdo não é puramente comercial.

4) Não ler o rótulo dos alimentos

Esta parece fácil, mas os rótulos dos alimentos não são padronizados no Brasil, e nem sempre informam a porção correta ingerida. Por exemplo: a etiqueta dá a porção como três biscoitos, mas ninguém come só três. Outro problema é que eles são escritos em letra pequena, então só descobrimos que um pão de queijo tem 400 calorias depois que comemos dois e usamos a lente de aumento para ver a informação nutricional.

5) Comer pouco e achar que está de dieta

Todo mundo acha que, se comeu pouco, não vai engordar ou emagrecer. Mas temos que tomar cuidado com os destruidores da dieta. Alimentos que são altamente calóricos e servidos em porções pequenas, como coxinha, mel, brigadeiro, bolachas etc., são verdadeiros vilões.

6) Não fazer exames

Toda pessoa que se dispõe a emagrecer deveria fazer alguns exames de rotina e avaliação do coração. Fazer dieta ou exercício sem avaliação prévia pode ser prejudicial. Na menopausa ou nos homens de meia idade, a carência de hormônios sexuais pode ser impeditiva para a perda de peso e o aumento da massa muscular. Por outro lado, se a reposição hormonal não for bem balanceada, o próprio tratamento hormonal pode aumentar a gordura corporal. Também é importante avaliar a função da tireoide e o metabolismo da insulina.

7) Achar que pode emagrecer sem medicação quando ela é necessária

A obesidade é uma doença crônica, que deve ser tratada como doença. Estudos multicêntricos revelam que o índice de obesos que emagrecem e permanecem magros somente com dieta, comparada aos que tomam remédios, é infelizmente ínfimo. Mesmo com a cirurgia bariátrica, o índice de pessoas que engordam e não se cuidam após cinco anos também é bem alto. “Não temos a cura ainda para a obesidade, mas as novas medicações estão cada vez mais seguras e sem efeitos colaterais, e o futuro é promissor”, afirma Hirata. “Mas atenção: isso não vale para pessoas que têm que emagrecer pouco ou com sobrepeso”, completa.

8) Estilo de vida errado

É praticamente impossível emagrecer se você trabalha loucamente, sem tempo para se exercitar, ou se tem jantares e almoços de negócios ou lazer diários. O processo de emagrecimento passa por mudanças na rotina de vida, como perder menos tempo em congestionamentos e almoçar ou pelo menos jantar com a família em casa.

9) Parar a dieta depois de alcançar o peso

A manutenção do peso talvez seja mais difícil do que a perda em si. “Muita gente acha que a dieta serve somente para o período em que desejamos emagrecer. Na verdade, temos que aprender a comer para mantermos o peso”, afirma Mauricio Hirata. A maior parte das pessoas só sabe perder peso e não se condiciona a se alimentar e não engordar. É preciso controle e disciplina para não recuperar o que foi perdido.

10) Procurar culpados

Sempre que voltamos a engordar, tentamos encontrar um culpado: é o marido ou esposa que não coopera, o médico ou a nutricionista, o restaurante do trabalho que não presta… Na verdade não existe culpado; nem mesmo você tem culpa de nada. A obesidade é um processo que se instala muitas vezes de forma incontrolável. O comer é um ato complexo, que possui diversas variáveis, e que pode, em situações extremas, ficar sem controle. “Nestas situações, não existe força de vontade, o que há é um desequilíbrio de neurotransmissores, que deve ser tratado corretamente”, afirma Hirata.

  11) Dormir pouco

Dormir menos do que 6  horas por noite engorda. Isso porque a noite mal dormida diminui o nosso metabolismo basal e aumenta a produção de cortisol do nosso organismo, o que aumenta a glicemia e a insulina. Além de engordar, a chance de nos tornarmos pré-diabéticos ou diabéticos aumenta em quase 40%. “A falta de sono reparador também diminui a secreção de hormônio de crescimento (GH), que tem ação importante nos processos de envelhecimento celular”, ressalta.

12) Tomar álcool

Para muitas pessoas é difícil eliminar o álcool do dia-a-dia, muitas vezes por conta de eventos sociais ou de negócios, mas o fato é que uma das causas mais importantes para o ponteiro da balança não abaixar é o consumo de bebida alcoólica. O álcool, além de ser calórico, aumenta a produção de insulina no nosso corpo, favorecendo a absorção dos alimentos. “A cerveja, por exemplo, é como se fosse um pão líquido, só que piorado em termos calóricos”, diz Hirata. Quando tomamos álcool durante um período de tempo, nosso corpo se comporta como se fosse diabético ou pre-diabético. “Outro problema é que as bebidas alcoólicas, se tomadas em excesso, nos tornam sarcopênicos, ou seja, com massa muscular diminuída, mesmo fazendo exercício”, diz. Por isso atletas não bebem. Deixe para beber na fase de manutenção, e ainda assim com moderação.


Câncer de próstata com os dias contados? É o que afirma o urologista Miguel Srougi

Miguel Srougi, um dos maiores urologistas do Brasil, revelou no Programa Amaury Jr. uma novidade que promete abalar o mundo da medicina – e dos homens em particular. Uma nova droga, que está sendo desenvolvida na Alemanha, tem mostrado resultados surpreendentes quando aplicada em pacientes com câncer de próstata. “Descobriu-se que existe um anticorpo que, injetado no organismo, se fixa diretamente só nas células cancerosas da próstata”, conta Miguel Srougi. Um grupo ligou essa proteína a um átomo carregado de energia e produziu uma “nanobomba nuclear”, que se incorpora às células cancerosas e as explode, sem afetar outras células.

Os resultados não poderiam ser mais promissores: pacientes que tinham um PSA – exame que quantifica a doença – de 3 mil, quando o normal seria um PSA de 2,5, ficaram totalmente curados. As vantagens dessa técnica são muitas, já que ela dispensa a cirurgia e a radioterapia, métodos que podem comprometer a vida sexual do paciente, provocar incontinência urinária e até causar queimaduras no intestino e na bexiga. Além disso, o tratamento afeta também as células metastáticas.

E o que é melhor: a solução deve estar disponível para pacientes do mundo todo em poucos anos. “É uma realidade que vai se concretizar em 1, 2 ou 3 anos, e vai mudar todo o panorama, perspectivas e realidade de quem tem um câncer de próstata”, completa  Miguel Srougi.

Quer saber mais? Confira a entrevista completa no Programa Amaury Jr.


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