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Dez lições para alcançar o sucesso, segundo executivos do Rock in Rio

Da Redação

20/11/2019 20h50

Rock in Rio | Reprodução Instagram

Prestes a chegar nas livrarias brasileiras, "Rock in Rio – A Arte de Sonhar e Fazer Acontecer", escrito por Arthur Igreja e Allan Costa, com a contribuição dos executivos e diretores da marca aborda o modelo de gestão consagrado do festival – que, no início, parecia loucura para a maioria – e lições de empreendedorismo. Com 34 anos de história, 20 edições realizadas, mais de 10 milhões de pessoas reunidas e 2 000 artistas convidados, o Rock in Rio é uma marca poderosa do showbiz brasileiro, criado pelo empresário Roberto Medina

O blog fez uma compilação de dez lições tiradas do livro:

1- Sonhe, acredite e vá atrás: todo mundo tem ideias, projetos, mas o que faz a grande diferença é a capacidade de tirá-los do papel. Quando o Rock in Rio foi criado, em 1985, o Brasil não estava na rota dos grandes shows de música e muitos apostavam que a sua realização não aconteceria.

2- O impossível não tem vez: para tornar a experiência positiva e inesquecível, seja do público ou do cliente, crie soluções se for necessário. Na primeira edição do festival, por exemplo, foi preciso desenvolver um mecanismo de dutos, embaixo do terreno, para conseguir bombear todo o chope que seria consumido no evento.

3- Todos falam a mesma língua, não só no papel, mas em seu propósito. Isso vale para toda a equipe envolvida no negócio, do CEO ao atendente de uma loja durante os dias de festa.

Roberto Medina: verifica toda a estrutura do evento, dias antes de começar | Foto: Revista The President

4- Detalhes fazem toda a diferença: embora agigantado, os organizadores do evento não abrem mão do cuidado com pequenas coisas. Nos dias que antecedem o festival, o próprio Roberto Medina percorre toda a estrutura checando tudo, dos palcos às plantas da decoração.

5- Para se tornar uma marca relevante não basta ser reconhecida: é preciso estar sempre gerando repercussão, promovendo novas experiências e criando um laço emocional com o público.

6- Inspirar e se deixar inspirar: a liderança precisa dar espaço a ideias novas e saber fazer com que todos os envolvidos se sintam parte de algo maior.

7- Atenção às mudanças no comportamento do consumidor: o negócio evolui a cada edição, sempre atrás de entender e contemplar os novos hábitos do público. Em 2017, o Rock in Rio lançou uma área de jogos eletrônicos, a Game XP.

Rock in Rio: o festival virou livro | Reprodução Instagram

8- Liderar é a arte de fazer sucessores: atualmente, além de Roberto Medina, uma equipe que inclui, entre outros, sua filha, Roberta, seu filho, Rodolfo, e o CEO da marca, Luis Justo, estão por trás do evento.

9- Paixão pelo o que se faz: é requisito básico para qualquer negócio.

10- Não existe jogo ganho: a postura positiva, a criatividade e o espírito colaborativo devem permear qualquer iniciativa. E o melhor Rock in Rio, claro, é sempre o próximo.

Sobre os autores

Amaury Jr.

É jornalista e apresentador de TV. É o mais conhecido colunista social do Brasil e considerado o criador do colunismo social eletrônico no país, onde mantém um programa de TV há 39 anos ininterruptos.

Bruno Meyer

Começou no jornalismo pela revista Veja. Foi repórter de cultura e titular da coluna Gente, espaço focado na cobertura de personalidades no Brasil e mundo. É autor do livro "A Vida É uma Festa" e editor deste blog.

E-mail: bruno@amauryjr.com.br

Sobre o blog

Notícias, bastidores e informações exclusivas sobre quem é assunto no showbiz, na cultura, na política, nos negócios e em todas as rodas sociais.

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Amaury Jr.