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Leonardo da Vinci no Louvre é um evento estupendo

Da Redação

15/01/2020 18h07

Aconteceu na última sexta-feira (10), mas a cena poder ser vista quase diariamente desde outubro: o vão principal do Museu do Louvre, em Paris, cheio de brasileiros, chilenos, alemães, chineses e tantas outras nacionalidades buscando aquela que é a mais desejada das exposições da atualidade: Leonardo da Vinci 1452-1519, em cartaz desde outubro de 2019. Mas não teve jeito: só entra na galeria especial quem reservou pelo site do museu, ao menos, dois meses atrás. De dentro da exposição, as pessoas – e este blog estava lá – faziam fila para ver com esmero cada uma das 160 obras do artista, entre quadros, desenhos, esboços e páginas dos cadernos de Da Vinci.

Com isso, o Louvre vai bater e muito provavelmente superar sua meta de 600 mil visitantes na exposição que colocou o mestre renascentista e o museu de novo no centro das atenções mundiais. Também pudera. Em 500 anos de história, desde a morte de Da Vinci, data celebrada em 2019, nenhum museu no mundo realizou a proeza de reunir tantas obras-primas do maior e mais famoso pintor da humanidade.

É praticamente impossível passar incólume por tanta informação e pelo contato com tantas preciosidades. A mostra se inicia com os primeiros desenhos do artista, quando ainda era pupilo de Andrea del Verrocchio. Ao longo das galerias, o que chama atenção é a presença de estudos e ensaios, ao lado das obras, do pintor e suas mudanças até chegar à obra final. E quando chegava: uma de suas maiores telas está inacabada – o que torna ainda mais interessante para o público. Importante destacar que sua "Mona Lisa", o quadro mais famoso do mundo, não está presente na exposição em Paris: por segurança, o Louvre preferiu não incluir, mas ela continua numa sala a poucos metros dali.

Em questão de 60 a 90 minutos, o público sai da exposição tendo contato com as obras e as lições de um verdadeiro gênio.

Fica em cartaz até fevereiro. 

A Anunciação

A VIRGEM DOS ROCHEDOS (1483-1486)

SÃO JERÔNIMO (1482)

O Louvre

 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do BOL

Sobre o autor

Amaury Jr. é jornalista e apresentador de TV. É o mais conhecido colunista social do Brasil e considerado o criador do colunismo social eletrônico no país, onde mantém um programa de TV há 39 anos ininterruptos.

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