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Histórias do arquivo XXXVI

Da Redação

24/07/2020 14h47

O que mais ficou na minha lembrança com Chico Xavier – que nos recebeu duas vezes para entrevistas em Uberaba – foi o episódio que envolve o escritor brasileiro Humberto de Campos, que ele psicografou em Crônicas do Além Túmulo e Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. A viúva de Humberto, Catarina de Campos, foi à justiça reclamar direitos de autoria.

Como a Justiça se limita aos assuntos dos vivos já com dificuldade, recorreram ao parecer de meu pai, filólogo e pesquisador permanente da nossa língua, o professor Amaury de Assis Ferreira, para dizer com autoridade que aquele texto não poderia ter saído de outra pena senão a de Humberto de Campos. Uma análise técnica que só foi feita pela celeuma, pois era preciso ser provado que o texto era do finado. Nunca ninguém duvidou da psicografia do santo Chico.

O caso não deu em nada, mas ainda me recordo da análise precisa de meu pai, mostrando como se distingue, sem erro, uma autoria.

O que ficou também é a plena certeza que Chico Xavier veio para uma missão , cumprida com brilho invulgar aqui na Terra.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do BOL

Sobre o autor

Amaury Jr. é jornalista e apresentador de TV. É o mais conhecido colunista social do Brasil e considerado o criador do colunismo social eletrônico no país, onde mantém um programa de TV há 39 anos ininterruptos.

Sobre o blog

O blog traz notícias, bastidores e informações exclusivas sobre quem é assunto no showbiz, na cultura, na política, nos negócios e em todas as rodas sociais.

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Amaury Jr.