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#TBT - O batom e sua história

Da Redação

30/07/2020 08h59

A propósito do dia do batom que foi comemorada dia 29  dessa semana, reunimos algumas curiosidades que fazem parte da história deste indispensável acessório.

#1- Por volta de  5.000 AC o batom começava a dar seus primeiros passos! Usado por homens e mulheres, o produto foi "descoberto" através da mistura de cera de abelha e insetos coloridos amassado, mas desde aquela época já se  usava os truques dos produtos multiuso e aplicavam o batom nos lábios, nas bochechas e onde mais fosse interessante.

#2 – Foi Cleópatra, a rainha do Egito, que popularizou o uso do batom. Considerada  um ícone de poder e beleza, ela adorava usar maquiagem (seus olhos super delineados eram sua marca registrada) e o batom era um item constante que realçava sua boca e  beleza. Graças a isso, as pessoas começaram a associar o uso do batom à beleza feminina.

#3 – A Igreja Católica, principalmente na idade média não muito aprovava o uso do batom . Considerava  lábios coloridos associados a pecados de vaidade e luxúria .

#4 –O batom voltou a ganhar força quando  a Rainha Elizabeth I, que governou a Inglaterra até  1.603. Cristã, mas muito vaidosa, acreditava que batons  batons possuíam poderes mágicos de cura e livramento.

#5 – Entretanto, por volta do ano 1.700 com a linhagem dos reis George no poder, o Parlamento Britânico criou uma lei que punia mulheres que usassem maquiagem na boca e nas bochechas. Eles acusavam as mulheres de bruxaria e  diziam que o uso de maquiagem era para seduzir homens para o casamento.

#6 – Foi durante a Segunda Guerra Mundial que o batom ganhou ainda mais relevância e importância, porque o consumo de cosméticos cresceu de maneira acelerada. O motivo? As mulheres passaram a trabalhare ganhar seu próprio dinheiro. Nos EUA, usar batom chegou a ser considerado como um ato patriótico e a cor Victory Red virou a sensação.

#7 – Também foi durante a Segunda Guerra Mundial que surgiram os batons de longa duração, chamados de "no-smear" (sem borras).

#8 – A partir de 1.900, o batom se torna ainda mais simbólico para as mulheres por estar presente em importantes momentos da luta pela independência e direitos femininos. Durante a marcha pelo voto feminino em Nova York, por exemplo, Elizabeth Arden produziu e distribuiu batons vermelhos para as sufragistas (como as mulheres que participavam do protesto ficaram conhecidas). Arden acreditava na capacidade feminina de fazer parte das decisões estratégicas de um país.

 Por: Celina Ferreira

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do BOL

Sobre o autor

Amaury Jr. é jornalista e apresentador de TV. É o mais conhecido colunista social do Brasil e considerado o criador do colunismo social eletrônico no país, onde mantém um programa de TV há 39 anos ininterruptos.

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