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Unidos pelos eventos

Da Redação

10/09/2020 18h09

De  acordo com a Abrafesta o setor de eventos perdeu 90% dos seus serviços dentro de um mercado que movimenta anualmente no Brasil 250 bilhões de reais .

Os profissionais ligados ao setor resolveram fazer uma manifestação neste domingo, 13 de setembro, no Ibirapuera, defronte  à  escultura de Brecheret .

Será em forma de uma passeata a partir de 9hs .

É impressionante. O setor emprega mais de 25 milhões de profissionais, formais e informais.

As principais reivindicações, depois de 165 dias paralisados são as seguintes:

I. A necessidade (obrigatoriedade) da contratação dos serviços de técnicos e operadores por parte dos teatros, espaços culturais, escolas, companhias teatrais e demais organizações beneficiadas pela Lei nº 14.017/2020/ALDIR BLANC, observando a lei 6.533/78 e Decreto 82.385/78.

II. Criação de um programa municipal de retomada, para apresentação de um protocolo único para o setor de eventos seguindo as diretrizes da ANVISA, as recomendações do SUS e da OMS, visando a retomada segura, para evitar retrocessos.

III. Visando a estruturação para o enfrentamento de situações adversas futuras que venham a colocar em risco a sobrevivência dos profissionais da cadeia de produção cultural, no caso da não utilização plena dos 80% do recurso de auxílio emergencial da LEI 14.017/2020 / ALDIR BLANC, que o saldo remanescente seja destinado a movimentos como Backstage invisível, Manifesto da graxa Brasil.

IV. Criação de uma linha de crédito pelos bancos privados e estatais voltada para o Setor de Eventos, com concessão desburocratizada e célere, com juros subsidiados e carência para início de pagamento, visando principalmente o pagamento de folha de salários e das despesas ordinárias como (aluguel, água, luz) das empresas, bem como profissionais freelancers que emitem notas fiscais para o pagamento dos seus respectivos salários / cachês evitando sua falência como pessoas físicas e jurídicas.

V. Desta forma assim como a PL 735 necessitamos com urgência que seja garantido a esses profissionais uma renda mínima aos invisíveis que prestam serviços exclusivamente no setor de eventos, garantido a subsistência de todos os seus familiares até o fim da decretação do estado de calamidade e o retorno efetivo do setor.

 

 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do BOL

Sobre o autor

Amaury Jr. é jornalista e apresentador de TV. É o mais conhecido colunista social do Brasil e considerado o criador do colunismo social eletrônico no país, onde mantém um programa de TV há 39 anos ininterruptos.

Sobre o blog

O blog traz notícias, bastidores e informações exclusivas sobre quem é assunto no showbiz, na cultura, na política, nos negócios e em todas as rodas sociais.

E-mail: contato@amauryjr.com.br

Amaury Jr.